O Sebrae lançou há alguns dias, em parceria com o E-Commerce Brasil, a 2ª edição da Pesquisa Nacional sobre E-commerce. A primeira edição, no ano passado, contou com 668 amostras e tem dados bem legais sobre conversão, quanto as lojas virtuais investem em marketing e qual o percentual de carrinhos de compra abandonados (dá pra ver tudo nesse link).
É possível responder a pesquisa sem precisar identificar a loja, então não há por que não responder. Esse tipo de diagnóstico é muito importante para que sejam levantados dados sobre como é vender online no Brasil agora, sem contar que essas pesquisas, ao detectarem pontos fracos, normalmente encorajam a busca por melhorias para todo mundo Tome alguns minutos do seu dia para responder – o resultado será apresentado no dia 28/07, no Fórum E-Commerce Brasil. Caso tenha algum problema ao responder o questionário, dá pra entrar em contato por esse email aqui: [email protected].
Desde que a internet surgiu, muita coisa mudou. Mas, se tem um negócio que persiste e, mesmo tendo passado por várias fases, continua firme e forte pela interwebs, é o blog. Há algum tempo, ele virou o queridinho dos analistas de marketing digital e tem sido recomendado desde então como uma ferramenta para chamar a atenção dos internautas, seja lá qual for seu objetivo com ele. Para lojas virtuais, o blog oferece resultados bem bons – principalmente no sentido de que é mais efetivo do que uma loja virtual para chegar ao topo das pesquisas (e, consequentemente, direcionar as pessoas que estão procurando o que você oferece até a sua loja virtual).
Mesmo que a gente veja por aí, cada vez mais, uma enxurrada de blogueiros que nem sempre tem algo muito novo a dizer… bom, poderíamos dizer o mesmo sobre a enxurrada de lojas virtuais que vêm tomando o mundo de arrasto. E isso não te impediu de abrir seu próprio negócio online, porque o que você tem a mostrar é diferente – é seu. Certo? Então, colocar sua marca na cabeça e no coração dos clientes com um blog pode ser uma ótima alternativa, e você deveria tentar. Reunimos aqui algumas dicas que trazem bons resultados para ajudar a compor um plano de conteúdo e montar um blog especial para a sua lojinha.
O blog surgiu como uma espécie de diário virtual, com as pessoas contando segredos e compartilhando parte de suas rotinas com qualquer pessoa no mundo. Ler um blog, então, é também um jeito de conhecer alguém melhor. No caso da sua marca, o blog pode ajudar a transmitir – junto com o branding e toda a parte visual – os valores e a visão de mundo da sua loja virtual. Assim, as pessoas que se identificam com aquele estilo de vida podem ficar mais próximos da sua marca, tornando-se bem mais que consumidores.
Dentro de todos esses esforços para construir uma marca forte – que seja lembrada e, portanto, fique destacada no meio daquela enxurrada de lojas virtuais de que estávamos falando mais cedo –, estabelecer um tom para toda a parte de comunicação da sua loja virtual é uma das coisas mais importantes a se fazer. Toda essa linguagem é pensada a partir de uma persona, alguém que represente o público-alvo e para quem a marca está falando. Escrever periodicamente num blog ajuda bastante a desenvolver toda essa linguagem e torna as outras mensagens da loja virtual – emails, embalagens, atendimento ao cliente – bem mais fáceis.
Depois que você cuidou com carinho do logotipo e de toda a parte de design e branding da marca, customizando o tema da sua loja virtual para ficar bem bonito e traduzir alguns conceitos principais, o blog pode ajudar a dar consistência, visualmente, para todos esses esforços de construção de marca. Como a maioria dos blogs – e principalmente as plataformas mais utilizadas, Tumblr e WordPress – permitem uma customização bem bacana, você pode deixar tudo bem uniformizado.
Otimizar a sua presença nos mecanismos de busca é essencial, porque a maioria das pessoas usa o Google para fazer praticamente tudo. Você aí, inclusive, deve procurar produtos e serviços na internet – normalmente sem ir além da segunda página de resultados. Daí por que é tão importante entender de SEO para ficar bem colocado nos resultados de pesquisas. O blog, por facilitar as coisas para que os mecanismos de busca saibam do que você está falando, é o melhor aliado quando falamos dessa otimização. Além disso, por ter muito mais conteúdo que a sua loja virtual, faz com que você chegue ao topo da primeira página do Google (ou quase isso) bem mais rápido.
Mais do que qualquer rede social, o email é uma das ferramentas que traz os melhores resultados para a divulgação online, porque é um lugar em que você consegue bem mais atenção das pessoas. Só que assinatura em newsletter não se pega, se conquista. É preciso que as pessoas deem autorização para que você esteja na caixa de entrada delas semanalmente. Com um blog, isso fica bem mais fácil – se alguém gostou do conteúdo que viu, pode assinar a newsletter e receber, periodicamente, os posts do blog que mais fizeram sucesso ou os lançamentos e produtos novos disponíveis na loja virtual (vê onde queremos chegar?).
Observar o comportamento dos leitores do blog te dá informações importantíssimas sobre quem é seu público-alvo e onde ele está. Utilizando ferramentas como o Google Analytics, é possível saber mais sobre quem são as pessoas que visitam seu blog, de onde elas vêm, o que fazem, de que se alimentam etc. etc. (praticamente um Globo Repórter do varejo virtual). Com essas informações na mão, fica mais fácil saber se sua loja virtual está indo pelo caminho correto ou se é preciso fazer algum ajuste, e você consegue fundamentar bem melhor suas decisões.
A maioria das lojas virtuais disponibiliza um espaço para que as pessoas escrevam suas impressões sobre os produtos comprados. Isso porque as reviews são poderosíssimas para ajudar os outros compradores a tomarem suas decisões e comprar (ou não) um produto quando estão em dúvida. Você pode utilizar o blog como um espaço para coletar e mostrar reviews dos clientes sobre seus produtos. Se as críticas foram negativas, dá para mostrar como sua loja virtual fez com que o cliente ficasse satisfeito depois de alguma reclamação – e, assim, você mostra a todo mundo que se importa com quem está comprando.
Uma tática bastante comum na blogosfera é fazer promoções e concursos ou, ainda, sortear brindes para os leitores ou oferecer algum promocode especial para quem chegou à loja virtual através do blog. Além de ser um jeito legal de fazer com que mais pessoas cheguem até lá (uma das condições para participar da promoção pode ser, por exemplo, compartilhar ou comentar em algum link), você ainda tem a vantagem de já ter vários produtos em estoque que podem ser sorteados. Assim, é possível dar vazão àquelas coisas que estão ocupando o estoque ao mesmo tempo em que divulga sua marca e produtos.
Uma das partes mais legais de ter uma loja virtual é entrar em contato com as pessoas que se identificam com tudo aquilo que você expressa na sua marca e nos produtos que colocou à venda. Bem mais do que utilizar as informações dessas pessoas para vender mais, aproveite a chance única de construir uma comunidade, com gente unida por interesses em comum, que pode trocar informações e experiências através da sua loja virtual. Dê atenção especial ao blog e torne-o um clube: oferecendo promoções exclusivas, mostrando os lançamentos com exclusividade (e, por que não, deixando que as pessoas deem feedback em novos projetos).
No fim do dia, por mais que você consiga construir uma comunidade de leitores ativos – que é, absolutamente, o que desejamos e indicamos aqui –, o blog ainda é uma ferramenta da sua loja virtual. Tente não perder muito esse objetivo de vista e dedique alguns espaços do blog especialmente para direcionar os leitores à sua loja virtual e aos produtos.
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Agora, além do MoIP e do Bcash, quem abre uma loja virtual na minestore conta com mais uma opção nos gateways de pagamento: o PagSeguro, solução da UOL que permite receber pagamentos em cartão de crédito e boleto bancário. O mais legal de tudo isso? É possível vender utilizando o PagSeguro e com checkout transparente!
Quando você tem uma loja virtual, costuma concentrar muitos esforços em fazer com que a taxa de conversão esteja sempre aumentando. Taxa de conversão alta significa que, do número total de acessos à sua loja virtual, há uma quantidade bem grande de pessoas que fecham a compra (o que é ótimo, certo?). Os estudiosos do ecommerce estão pesquisando o tempo todo maneiras de aumentar a conversão, e para isso eles estudam à exaustão o comportamento dos compradores de lojas virtuais.
Entre as conclusões a que eles chegam sobre o que é melhor para aumentar as vendas em uma loja virtual, checkout transparente e meios de pagamento confiáveis estão sempre nas primeiras posições da lista. Isso porque, como a transação em um ecommerce não é presencial, o comprador precisa confiar bastante na índole do vendedor – nessas horas, ver o nome de algum gateway de pagamento conhecido (como o PagSeguro) já costuma contribuir bastante para aumentar a confiança. Além disso, o checkout transparente – aquele que ocorre quando o comprador não precisa sair da página em que está para inserir os dados de pagamento – também é um fator crucial para oferecer uma boa experiência de compra e, consequentemente, aumentar as vendas.
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Você fala disso em todos os almoços de família aos domingos: aquela sua vontade de largar o emprego e começar um negócio só seu. Nesse negócio, você usaria suas 8h diárias de trabalho para fazer alguma coisa que te empolga de verdade. Nesse negócio, você teria um monte de dias chatos – daqueles em que a melhor estratégia de produtividade é ficar no facebook dando scroll na timeline esperando que as coisas se resolvam sozinhas –, mas aí faria o trabalho pensando que tudo isso, depois, vai trazer retorno para você e não para um chefe aleatório que vai aproveitar as férias dele em Cancun enquanto você dá duro na firma.
Agora, a pergunta que talvez ninguém faça no almoço de domingo, mas que com certeza está implícita sempre que alguém manifesta esse tipo de desejo: “mas e o que você tá esperando?”
Bom, às vezes é a falta de uma boa ideia. Às vezes, é um monte de outras prioridades que ficam no topo da lista e não dão muito tempo para colocar uma boa ideia em prática. Mas às vezes, você tem a ideia e o timing. Aí bate aquele desespero e só o que falta é coragem. E se tudo der errado? Dar um salto de fé e ir (em movimento uniformemente variado) diretamente espatifar a cara no chão não parece um cenário legal, certo?
Ninguém cai de fuça no concreto em todas as tentativas. É bem possível que a maioria das pessoas que admiramos, hoje em dia, já tenha passado por momentos assim – sentindo esse mesmo medo e tirando a coragem necessária de algum lugar. Essa iniciativa para tentar (e continuar tentando) requer coragem e, ao mesmo tempo, é o que constrói a coragem no coraçãozinho de cada um de nós. Apesar de isso beirar um ciclo vicioso, é possível começar tentando e, aos poucos, adquirir cada vez mais coragem para dar passos maiores.
Muito dessa falta de coragem, inclusive, é fruto dos padrões de trabalho atuais – essa coisa de trabalhar bem e, mesmo assim, receber feedback negativo; ou ver que tem gente que mal trabalha e sequer recebe feedback. Então, é bem possível que a falta de coragem para dar um novo rumo à sua carreira seja fruto, justamente, dos padrões do seu trabalho atual. Ardiloso, né?
Nesse artigo do 99u, que cita um livro chamado The Confidence Gap, Meg Duffy explora três passos necessários para superar o medo de se arriscar na sua carreira.
É o que sempre dizemos, por aqui, quando falamos de lojas virtuais: “Cê quer vender online, é, fera? Mas quer vender o que e para quem??” Fica um pouco mais difícil alcançar um objetivo que você não sabe direito qual é. Taí Lewis Carroll que não nos deixa mentir, em seu Alice no País das Maravilhas, naquele diálogo: “– Você pode dizer que caminho eu devo seguir? – Bem, isso depende muito de onde você quer chegar”.
No processo de construção de autoconfiança, é essencial fazer listas de metas e roadmaps pessoais. É mais ou menos aquela história de pensar em “onde você se imagina daqui a cinco anos”, por mais clichê que isso possa soar. Às vezes, esse é um processo um pouco doloroso, porque nos faz pensar demais em onde estamos e a autocrítica pode ser um pouco cruel. No entanto, é assim mesmo que começa.
O próximo passo, depois de visualizar seus maiores sonhos, é quebrá-los (calma) em pequenas tarefas (ufa) que, combinadas, vão te ajudar a chegar lá. Seja escrever um email para alguém que você admira, fazer uma aula online, ver um tutorial no youtube ou procurar lojas virtuais que sirvam de referência para a sua, qualquer pequena tarefa já é válida. Sem contar que você pode estabelecer datas e manter um cronograma para o Programa Realizando Meus Sonhos (disciplina é isso aí, né?).
Depois que você estabeleceu o caminho que vai seguir, é hora de dar um passo de cada vez. Sair da sua zona de conforto normalmente envolve arriscar-se um pouco – até porque você pode desconfiar, mas nunca sabe exatamente o que te espera do outro lado quando dá um grande salto. No entanto, correr riscos também pode se tornar um exercício constante, já que com a prática regular de pequenas “loucuras” que você não cometeria normalmente, fica mais fácil eliminar os obstáculos mais sérios e tornar-se, cada vez mais, uma pessoa corajosa.
É aquela velha história de encarar desafios não como impeditivos para que você continue seguindo em frente, mas como catalisadores – normalmente, são chances bem boas de aumentar as habilidades e ter chances reais de ser uma pessoa bem-sucedida quando tudo passar. Afinal de contas, qual a pior coisa que pode acontecer se você arriscar-se abrindo seu próprio negócio? (se você arriscar-se pulando de uma ponte sem paraquedas, a pior coisa que pode acontecer é algo realmente sério mas, por sorte, isso não é um requisito para empreender). Rejeição e um pouquinho de vergonha? Dinheiro perdido, tempo desperdiçado? Nenhuma dessas possibilidades é motivo para sair do jogo antes que ele comece.
Para correr riscos, você precisa criar oportunidades. Isso inclui, na maioria das vezes, dar tiros no escuro, mandando emails para pessoas que você admira e acha que nunca falariam com você (sim, vale escrever pro Tony Ramos) ou mandar currículos para o emprego dos seus sonhos, mesmo que você não ache que tem todas as qualificações. Em suma: ser um pouco cara de pau de vez em quando abre várias portas. E esse processo é naturalmente desconfortável – quando você analisa uma oportunidade e sua resposta é “não sei” ou “tenho medo”, inclusive, é um bom sinal de que é algo que pode ser feito como um exercício-de-tomar-coragem.
Às vezes, o Programa Realizando Meu Sonho torna-se um pouco solitário. Mas isso não quer dizer que você precise ficar sozinho o processo inteiro. Primeiro porque as pessoas podem compartilhar sonhos – e, quanto mais gente você reúne em torno de uma causa, mais divertido fica o processo e mais rápido vocês todos chegam lá. Segundo, porque mesmo que você seja dessas pessoas que preferem trabalhar sozinhas, é muito mais fácil aprender com os erros de alguém do que ter que repetir todos eles, num desperdício enorme de tempo e esforço, para chegar a lugares parecidos.
É aí que entra o poder da mentoria. E, no mundo dos negócios, isso é tão comum que foi até institucionalizado, com os programas de aceleração badaladíssimos no mundo das start-ups. No caso da sua loja virtual, além dos vários cursos (a maioria gratuitos, alguns inclusive online) do Sebrae voltados para quem quer abrir o próprio negócio, é possível encontrar mentores dispostos a ajudar dentro do seu próprio nicho. Basta pensar em lojas parecidas com a que você quer ter e (na medida do possível) pedir dicas e ajudas para a concorrência. Se organizar direitinho, todo mundo vende e lucra junto, então não deveria haver motivo para ficar ~guardando segredos~.
Além disso, você pode procurar feiras e workshops da área para fazer aquele networking. Mesmo fora da área ou da natureza do seu negócio, há empreendedores em todos os lugares para quem você pode pedir dicas – inclusive aquele seu Joaquim da venda da esquina, que tem um negócio há mais de 18 anos e deve saber bem o que é preciso fazer no comércio. Ser empreendedor requer muita coragem, mas ninguém nasce corajoso. Você pode tornar-se – e com a ajuda de várias pessoas.
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Segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), a expectativa para o ecommerce brasileiro nesse Dia das Mães – contando aí o período que vai de 20 de abril até 7 de maio – é faturar até R$2,08 bilhões. Esse valor representa um aumento de cerca de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Cerca de 7,33 milhões de pedidos devem ser feitos em lojas virtuais por todo o país, principalmente nas categorias Beleza e Saúde, Moda, Eletrodomésticos e Casa e Decoração.
Se sua loja virtual tem produtos que se encaixam nessas categorias – ou que dariam bons presentes para o Dia das Mães –, pode ser uma boa aproveitar essa data comemorativa para pegar o bonde-dos-dois-bilhões. Mesmo uma ação pequena já pode fazer uma grande diferença, por exemplo:
Quando você abre uma loja virtual, o que mais precisa é que as pessoas cheguem até lá e comprem seus produtos, certo? Separamos algumas estratégias para que isso fique cada vez mais fácil.
O marketing de conteúdo envolve a produção de posts, artigos, vídeos, fotos, infográficos – enfim, qualquer forma de conteúdo – em um blog. Esse conteúdo deve atrair seu público-alvo e, assim, irá atrair pessoas para seu site.
Um exemplo prático para perceber como o marketing de conteúdo leva a mais vendas: Imagine que você vende bolsas. O natal está chegando e você decide escrever um post com o título ‘A roupa perfeita para a festa de natal do escritório‘.
Nesse post, você coloca várias roupas legais e adequadas para o evento – e, no meio delas, uma das suas bolsas. Todas as bolsas estão lá com fotos bem bonitas e um link que direciona para a página da sua loja virtual.
Para entender como isso funciona para atrair o tráfego, basta ver tudo pela perspectiva do cliente: imagine que uma mulher ligada em moda está procurando inspiração para decidir o que vestir na festa de fim de ano da firma. Aí, ela vai para o Google e procura ‘roupa para festa de natal‘. O que aparece? Aquele post do seu blog! BUM, lá vai ela para o artigo, gosta das combinações de roupas, curte aquela bolsa, clica e… lá está ela na sua loja virtual.
Para utilizar o blog, ter uma estratégia de conteúdo é essencial. É algo que requer tempo, e você precisa dedicar algumas horas da sua semana regularmente para procurar e produzir conteúdo bacana.
A parte mais importante da sua estratégia de conteúdo (falamos um pouco mais sobre isso nesse post) é entender e estabelecer qual é seu público-alvo (mais um post sobre isso, aqui!). Quais os interesses das pessoas que compram seus produtos? Que idade eles têm, que conteúdo é mais útil para essas pessoas?
Assim que você estabelece isso – uma coisa que ajuda bastante é fazer uma árvore de conteúdo, com os itens mais importantes e exemplos de títulos de posts sobre cada assunto –, é hora de planejar os posts. E, aí, você vai perceber, principalmente se estabelecer uma frequência alta de posts, que nem todos eles são conteúdo valioso e relevantíssimo. Daí, vale (pôr a mão na consciência) pensar em alternativas para não cansar os leitores do seu blog e trazer coisas novas e interessantes o máximo possível. Para lidar com a falta de inspiração, tenha também uma lista com possíveis títulos de posts para você alimentar sempre que tiver uma ideia e ter um guia quando não souber o que escrever.
Aproveite também as datas comemorativas importantes para o seu público-alvo. No caso das bolsas, por exemplo, você poderia escrever um post especial um mês antes do dia dos namorados com ‘Dez bolsas que são o presente perfeito para aquele alguém especial‘.
Quanto à estrutura desse conteúdo, tipos de posts que funcionam bem são:
É muito importante analisar os dados para perceber que partes da sua estratégia de conteúdo estão funcionando melhor e poder otimizar o trabalho que feito no blog. Todo mês, veja quais posts e artigos geraram mais tráfego para a sua loja virtual, gerando mais vendas, e veja como você pode melhorar o trabalho do mês seguinte. Para analisar esses dados, é legal utilizar o Google Analytics.
Essa estratégia não envolve quase nenhum custo financeiro – mas requer tempo, muito tempo. Para ter um conteúdo que seja referência, você precisa dedicar bastante esforço na estratégia e na produção.
A lista de email é, provavelmente, a melhor ferramenta para dirigir tráfego à sua loja virtual. Se você não usa ele efetivamente, está perdendo várias vendas.
A melhor coisa que um visitante pode fazer na sua loja virtual é comprar alguma coisa. A segunda melhor coisa é deixar o email dele na sua lista.
Por isso, é muito útil ter na sua loja um formulário para que o cliente preencha o email – você pode oferecer contrapartidas como descontos, frete grátis na próxima compra etc.
Você pode também colocar esses formulários no seu blog ou no processo de checkout da sua loja (do tipo: ‘permite que a gente mande emails bem legais para você depois??‘.
Depois que você constrói sua lista de mailing, é hora de começar a usá-la. Se as pessoas te deram o endereço de email delas, o lance é um pouco mais especial e você deve valorizar essa confiança enviando conteúdo exclusivo para quem assina o mailing da sua loja virtual.
É preciso ter um plano para o email marketing – mas a parte boa é que ele pode ser uma extensão do seu plano de conteúdo, então basta criar uma lista de ideias para email marketing e alimentá-la com frequência.
Boas ideias de conteúdo para emails são:
É legal se inspirar com exemplos de emails de outras marcas. O Mailchimp tem uma seção imperdível pra isso que você pode conferir nesse link.
Indicamos para sempre o Mailchimp nesse serviço porque, até agora, ninguém fez melhor nem mais bonito. Ainda é tudo em inglês, mas é bem tranquilo de mexer. Os planos gratuitos permitem ter bastante assinantes e recursos, e quando você precisar usar um plano pago, é sinal de que sua loja já está bombando bastante e vai valer a pena.
Se utilizadas para o bem, as redes sociais podem ter um impacto muito positivo nas suas vendas. O objetivo aqui é tornar seus clientes fiéis representantes da sua marca – à medida em que seus produtos traduzem o lifestyle dessas pessoas, elas começam a promovê-los também.
A primeira coisa a se decidir é quais redes sociais você vai utilizar para promover sua loja virtual. Dependendo do tipo da sua loja, as redes sociais mais visuais, como Instagram e Pinterest, funcionam melhor. Mas Facebook e Twitter também têm seu valor, sempre.
Seja qual for a rede que você escolher – ou as redes –, uma dica importante é focar em uma ou duas, apenas, e fazer um trabalho bom nelas. Lembre-se de que isso consome tempo e esforço, e é melhor não estar numa rede social do que ter um perfil abandonado por lá.
As redes sociais funcionam, também, como uma extensão da sua estratégia de conteúdo. Promover produtos, posts do blog, promoções e reforçar a imagem da sua marca são partes bem importantes para considerar no plano de social media.
Também é possível fazer campanhas de mídias sociais – sobre isso, temos um post aqui.
Como o ponto principal das redes sociais é interagir, você não pode só postar coisas e não responder aos comentários das pessoas.
Mas isso é bom especialmente porque você pode medir a popularidade do seu conteúdo, além de ver que produtos estão fazendo mais sucesso com o seu público-alvo. Não perca essa chance de se comunicar com as pessoas que compram de você e mantêm sua marca viva.
Engajar os seguidores das suas marcas nas redes sociais não é difícil e pode ter efeitos bem bacanas. Use a criatividade para planejar promoções, sorteios e ações de marketing que ajudem a divulgar sua loja virtual (e, se bobear, tornam-se virais!).
No caso da loja de bolsas, por exemplo, pode ser uma boa pedir para os seguidores tirarem fotos do que há em suas bolsas e usarem determinada hashtag – e, aí, algumas bolsas podem ser premiadas etc. etc. Pense no que funciona melhor para a sua marca, mas não deixe de usar as ferramentas que as redes sociais te dão.
Você pode fazer isso sozinho – o que, de novo, só requer tempo e esforço – ou procurar um serviço especial de social media, oferecido por agências e freelancers.
Revistas, jornais e blogs estão sempre em busca de ideias legais para artigos. A história da sua marca pode ser relevante para o público desses meios – por que não unir uma coisa à outra e mostrar sua história para o mundo?
A primeira coisa a se fazer é uma lista com as coisas que seu público-alvo costuma ler. Aí, procurar contatos dessas publicações (revistas, blogs, jornais, fanpages etc.).
Para cada publicação dessa lista, você deverá ter um approach diferente. Pense em como entrar em contato com cada um deles especificamente. Se a sua loja de bolsas tem uma linha com materiais reaproveitados, por exemplo, é legal entrar em contato com blogs de sustentabilidade e apresentar sua história. Só, PELAMOR DE DEUS, não invente a história!!!! Pode pegar muito mal.
Deixe o trabalho deles mais fácil ao preparar um kit com textos concisos sobre a história da sua loja e dos seus produtos, fotos legais em boa resolução e os contatos principais da sua loja virtual. Assim, fica mais fácil para ser publicado.
Não perca a chance de ser legal e ressaltar que a publicação deles é importante para você e sua loja, e que você reconhece o quanto eles são importantes também para o seu público-alvo. Se houver alguma amostra ou produto que você possa enviar junto, para que eles tenham uma ideia melhor do que você está falando, o efeito pode ser maximizado.
Empresas e lojas maiores costumam contratar esse tipo de serviço em agências. Mas é possível – ainda que você não tenha tantos contatos como um profissional dessa área – fazer isso sozinho, principalmente se a sua história for muito boa e adequada para os leitores.
Essa é uma das opções em que só o trabalho não vai ajudar muito (ainda que você possa manjar de SEO e tornar as coisas mais fáceis). É preciso investir um pouco de dinheiro, o que vai depender também do orçamento que você tem para a sua loja virtual.
Anúncios no estilo pay-per-click são propagandas direcionadas a determinado público na internet, normalmente mostradas em páginas de busca e redes sociais.
Seu site é anunciado: se alguém clicar, eles vão para lá e você paga uma determinada quantia pelo anúncio. A parte boa é que, assim que seus anúncios estão configurados corretamente, você pode fazer pequenas alterações e aumentar cada vez mais o rendimento deles.
Bem, essa parte… é complicada e requer bastante tempo. O Google AdWords, principalmente, é conhecido por ser difícil de usar.
Mas eles se esforçam para ensinar. Por isso, se você estiver disposto, pode pesquisar tudo direitinho e virar um bruxão do adwords. Assim, vai gastar menos para promover melhor sua loja virtual (principalmente porque é muito fácil perder dinheiro se você não entende direito como funciona o processo do Ads).
Com o AdWords, você pode estabelecer custos máximos por dia e por semana. Assim, garante que o orçamento para a divulgação da sua loja virtual não vai estourar. Novamente, há agências que oferecem esse serviço e que você pode contratar.
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Que vender online é maravilhoso, a gente sempre defende por aqui. Que é muito fácil, também. Mas uma loja virtual não é o único canal para vender coisas pela internet. Há inúmeros marketplaces – do Brasil e do mundo – que te permitem vender produtos pela internet de forma rápida e segura. Um marketplace é modelo de negócios que (numa comparação um pouco grosseira) funciona como uma grande feira em que você tem sua barraquinha junto com outros comerciantes. São exemplos de marketplaces assim a Amazon, o Ebay, o Extra e o Submarino (que oferecem esse serviço aqui no Brasil), o Etsy (que é especializado em artesanato e itens vintage, um oásis pra quem curte essas coisas) e, na mesma linha, os brasileiros Tanlup, Elo7 (e até o Enjoei). E o Mercado Livre. O grande Mercado Livre. Basicamente, você coloca seus produtos lá para vender, eles aparecem numa mesma página junto com produtos de milhares de outros vendedores e, se alguém comprar alguma coisa sua, você paga uma taxa. Fim. Parece a solução para tudo, certo? Bem, nem sempre. Por isso, nesse post, vamos explicar melhor quais são as vantagens e desvantagens de vender seus produtos num marketplace/abrir uma loja virtual.
– Muito mais clientes chegam até você: Sabe o tráfego de visitantes num só dia num site como o MercadoLivre.com.br? É, tipo, zilhões. Sério: um número grande, bem grande. E um dos primeiros fatos sobre o comércio virtual (que, no fim, segue a mesma dinâmica do varejo físico) é que a conversão depende do tráfego. Ou seja: quanto mais pessoas acessando a página do seu produto, maiores as chances de alguém se engraçar e resolver comprar alguma coisinha. Isso é verdadeiro tanto para marketplaces quanto para lojas virtuais, mas o marketplace tem essa vantagem enorme de já ter uma ‘clientela formada’ e receber um volume de acessos bem grande.
– Custos com divulgação tendem a ser mais baixos: É, ué. Com esse maior volume de acessos, mais gente visita seus produtos, diminuindo os custos com divulgação, já que você não precisa atrair tantas pessoas e levá-las a olharem para o que você vende.
– Infraestrutura massa: Normalmente, os marketplaces já têm soluções de pagamento seguras e confiáveis, integração com correios e transportadoras para facilitar o envio dos produtos, sem contar com a marca consolidada que leva as pessoas a terem muito mais confiança nos produtos que estão lá exibidos. Além disso, o sistema de recomendações costuma ser muito bem trabalhado nesses sites, e recomendação é um negócio que influencia bastante a decisão de compra do seu futuro cliente.
– Taxas de marketplaces costumam ser abusivas altas: Falando sério, mesmo. As taxas em marketplaces podem chegar a espantosos 20% sobre o valor do produto. Não é tão demoníaco se você pensar que é o único meio pelo qual eles recebem grana, mas é alto demais dependendo do que você quiser vender. Quando a gente coloca no papel e faz umas contas, pode valer mais a pena o investimento em divulgação de uma loja virtual só sua do que o pagamento de taxas desse tamanho a cada produto vendido.
– Não é você, são os seus produtos: Não querendo demonizar o marketplace de novo, mas aí temos outra vdd: como eles são uma vitrine, pouco importa quem você é e o que você faz; o que conta são os seus produtos (tanto que as páginas de vendedores costumam ser bem simples e sem muito detalhe). E, novamente, é uma característica básica desse modelo de negócios que pode servir bem para alguns lojistas, mas não fazer tanto sentido para outros. Se você vende itens de luxo exclusivíssimos, por exemplo: certeza que pode ser um bom negócio vender em marketplace?
– Evite ser negativado, Mercado Livre é coisa séria: Não é o que imaginamos para o seu caso (até porque tem que ser MUITO TRETA), mas é possível ser ‘kickado’ do marketplace caso suas práticas de venda não sejam adequadas, o que não acontece se você tem uma loja virtual só sua. Mas, pelamor, evite ser negativado na sua loja virtual também porque vender online é coisa muito séria.
– Custos operacionais mais baixos que os do marketplace: Aí, também depende muito de como você vai montar sua loja virtual. Mas, seja desenvolvendo um site de ecommerce do zero, seja através de uma plataforma, é bem possível que seus custos operacionais mensais sejam menores do que seriam vendendo uma quantidade grande de produtos num marketplace. De novo, é o caso de botar no papel e ver o que funciona melhor para o seu nicho, porque tudo depende de o que e quanto você vende.
– Construindo a sua marca: Essa parte é importante. Se você quer vender online e pensou em produtos que podem fazer sucesso com determinado público-alvo, tem todo um conceito por trás das coisas que se perde quando você coloca ele numa vitrine virtual junto com zilhões de outros produtos. A vantagem de ter uma loja virtual só sua é que, principalmente no layout dela, você vai poder construir a sua própria marca – que vai se estender, depois, nos seus produtos e no atendimento que você der ao seu cliente. A experiência de compra adquire um sentido totalmente diferente, e ainda que seja mais difícil fazer com que o cliente chegue até a sua loja e faça uma compra, vai ser muito mais fácil mantê-lo como um cliente fiel na loja virtual do que no marketplace.
– Você pode vender mais do que no marketplace: É, essa hora pode (e vai) chegar! Vender em marketplace pode te levar a um momento em que as vendas dão aquela estagnada. Nesse momento, você percebe que, enquanto esse modelo de negócios pode ter algumas limitações, uma loja virtual só sua é como um foguete que AVOA, ao infinito e além!
– Inicialmente, prepare-se para investir em divulgação: ‘Quem é você e de onde você surgiu?’ O mundo lá fora é bem cruel, crianças. Colocar sua marca nas cabeças pode ser um baita desafio. E nos últimos tempos tem sido bem difícil se fazer ouvir sem desembolsar um pouco e pagar por anúncios na internet. A boa parte disso tudo é que, com paciência e bastante trabalho, dá pra otimizar muito a divulgação da sua loja virtual e fazer muito gastando pouco.
– Pode demorar um pouco até que as pessoas te descubram: Não é a mesma coisa de um marketplace, em que as pessoas fazem buscas específicas e, aí, encontram você lá pelo meio. No entanto, na sua loja virtual você não concorre com mais ninguém – mesmo que demore um pouco para a sua loja ficar conhecida e conseguir um volume de acessos considerável, já que entra em questão toda essa parte da divulgação.
É, por que não? Na verdade, não tem nada que te impeça. É possível vender num marketplace e ter sua loja virtual numa plataforma gratuita e sem mensalidades, por exemplo, para aproveitar o melhor de dois mundos. Nesse caso, porém, é muito recomendável organizar direito seu estoque para não perder o controle de nada. Outra coisa que deve ser a mesma, seja vendendo em marketplace ou em uma loja virtual só sua, é a excelência no atendimento e no suporte ao cliente. Proporcione a melhor experiência de compra em qualquer lugar e você terá clientes apaixonados.
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Recentemente, um empreendedor australiano ganhou $20.000 vendendo online em apenas 4 dias – aí parou de receber pedidos e vendeu o negócio que tinha começado havia pouco tempo. Ainda que a loja tenha feito muito dinheiro, a história toda é interessante para levar outros empreendedores a se perguntarem algumas coisas antes de abrirem uma loja virtual.
O tal empreendedor australiano é Mat Carpenter, que começou um negócio meio de brincadeira. Você deve ter ouvido falar do Ship Your Enemies Glitter – por $9.99, eles enviariam um envelope anônimo cheio de glitter para o endereço das inimigas, na esperança de que o envelope rasgasse ao abrir e espalhasse brilho por toda parte (ê, bagunça bonita).
reação das inimigas quando abrissem o envelope de glitter
No entanto, aparentemente, o tiro saiu pela culatra (essa expressão ainda é usada?). Como o negócio todo foi uma ideia genial, o site viralizou e choveu pedido na lojinha virtual. Imagine, agora, você tendo que enfiar quilos de glitter dentro de envelopes para poder mandar todos os pedidos. Não deve ter sido muito divertido (chora inimigas! não, pera).
No lugar de receber pedidos, o site passou a exibir a mensagem “Oi, pessoal, eu sou o fundador desse site. Por favor, parem de comprar esse troço terrível de glitter – não aguento mais lidar com isso. Abraço, Mat.” Aí, ele vendeu o negócio no Flippa por $85.000 (nada mal!), virando notícia no mundo todo (com 22 anos de idade).
Aí você, que está abrindo sua loja virtual, pode pensar “oooow eu não ia me incomodar com um negócio se tornando um viral e me rendendo milhares de dólares!!!”. Mas há uma série de questões, inspiradas por essa história, que você precisa fazer a você mesmo – naquele esquema de responder lá do fundo do coração – e que podem ajudar a colocar as coisas no rumo certo quando você abrir sua lojinha virtual (mesmo que ela não viralize como a ideia do glitter).
Ter um plano de negócios antes de lançar sua loja virtual é bem importante. Se você não sabe quanto espera vender, não terá ideia de quanto pode investir. Com uma ideia mais realista do tamanho que você quer para o seu negócio (principalmente no começo), você evita gastar muito mais (ou muito menos) para colocá-lo no ar.
Na maior parte dos casos, você vai precisar de alguém para desenvolver toda a parte virtual da sua loja – se você tiver habilidades de programação, tanto melhor! É importante ter em mente o que você quer da sua loja: uma página e um produto só, como no caso da Ship Your Enemies Glitter; uma loja com oitocentas categorias e mil e duzentos produtos, como a Americanas; ou, ainda, um meio-termo entre tudo isso – e para o qual uma plataforma de e-commerce é a solução mais prática e barata para começar.
Se você tem dez, doze produtos, ok: dá mais tempo para escrever uma boa descrição, fotografar e cadastrar tudo. Mas e se forem oitenta? O tempo que você precisa para colocar a loja virtual no ar depende muito disso e a quantidade de produtos é um fator que precisa ser considerado. Mas, ó, dá pra começar devagar e não é preciso ter mil produtos no catálogo já de início. Outro ponto a se pensar é como será o envio desses produtos: você tem embalagens prontas? Sabe como será a rotina de correios? (há várias opções de contratos com correio e transportadoras que vale pesquisar).
É interessante pensar no seu modelo de negócios e em onde você quer chegar com sua loja virtual para ver se há trâmites legais e algum tipo de formalização que você precise fazer. Pagar os impostos em dia e, no caso brasileiro, ter um CNPJ ajudam não só com notas fiscais e contratos, mas também para conseguir investimentos e crédito especial caso você queira ampliar seus negócios.
É preciso pensar em quais canais você vai utilizar para divulgar sua loja virtual – a internet está cheia deles, por isso é necessário pensar bem e focar em alguns dos meios de divulgação, para ter melhores efeitos sem gastar tempo e dinheiro desnecessários. É importante, também, pensar em como será o seu serviço de atendimento ao cliente. Esse é um dos pontos que mais diferencia uma loja virtual da outra. Lembre-se: seu cliente pode abrir qualquer outro site e comprar um produto muito parecido/igual ao seu. Ele vai comprar de você porque a experiência com você é melhor.
Adaptamos daqui.
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Depois das cartilhas sobre aspectos legais e tributação no e-commerce que o Sebrae lançou no ano passado (e das quais falamos por aqui), a novidade agora é uma série de vídeos curtos sobre e-commerce com dicas importantíssimas para melhorar a experiência do seu cliente e os seus rendimentos com uma loja virtual. Excelente! Dá uma olhada nos vídeos:
1 Fluxo de compra
2 Navegação
3 Feedback
4 Mobilidade
5 Imagens
6 Marca
7 Tempo de Carregamento
8 Logística e Embalagem
9 SEO
10 Legislação e Normas
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Seja qual for a sua ideia de loja virtual, basta dar aquela googlada para perceber: você, muito provavelmente, não está sozinho nesse mercado. Até aí, tudo bem – a concorrência é saudável e ajuda a melhorar, cada vez mais, todos os produtos e serviços ofertados. No entanto, convencer seu público-alvo de que eles devem comprar na sua loja, e não em alguma das outras duzentas lojas de canequinhas do Star Wars, é que pode ser o maior desafio.
Nesse ponto, um esquema campeão no mundo do marketing digital é ter uma value proposition única e objetiva. Michael Skok define a value prop em termos mais claros impossíveis: “Uma value proposition é uma frase de posicionamento que explica que benefícios você fornece a alguém e como você faz isso de maneira única. Descreve seu público-alvo, o problema que você resolve e por que você é distintamente melhor que as alternativas existentes.”
Ter essa carta na manga é garantia de se dar bem no super-trunfo-dos-negócios-online. Mas e aí, como pensar em algo que seja claro, direto e convincente? Bom, pode requerer um pouco de esforço, mas é algo em que vale muito a pena investir seu tempo e energia – e, nesse post, você vai ver quais são os passos principais e que técnicas você pode utilizar para chegar a um bom conceito que, depois, vai nortear seu plano de conteúdo e marketing, o sobre da sua loja e tantos outros pontos importantes. Utilizamos esse post do Michael Skok e esse outro, da Sonia Simone, como referências – então, se você lê em inglês, pode ver mais sobre o assunto.
Michael Skok cita Charles Kettering, um inventor, que certa fez disse que um problema bem colocado é um problema quase resolvido. E não poderíamos concordar mais com eles: muitas vezes, os empreendedores têm problemas para definir o próprio negócio porque não conseguiram definir direito qual é o problema que se propõem a resolver. E isso atrapalha não só a pensar numa value prop, mas também a andar na linha com o próprio plano de negócios – se você não sabe direito em que direção está indo, é muito mais fácil perder-se no caminho. Uma boa maneira de pensar no problema antes da solução é analisar as necessidades a partir de uma teoria como a da Pirâmide de Maslow e ver onde sua proposta se encaixa.
Para Skok, há três fatores importantíssimos que você deve verificar na sua ideia de negócio: primeiro, se sua ideia oferece alguma mudança no status quo a partir de um jeito diferente de encarar um problema; segundo, se a propriedade intelectual pode ser facilmente protegida – ou seja, se não há muita chance de a concorrência copiar ou surgir com alguma vantagem competitiva; e terceiro, se os rendimentos serão suficientes para promover o crescimento do negócio. Às vezes, avaliando esses três pontos, você consegue refinar ainda mais sua ideia para que ela adquira ainda mais potencial competitivo.
Uma coisa que os investidores como Michael Skok procuram em novas ideias de negócio são iniciativas que sejam disruptivas e não disruptivas ao mesmo tempo. Isso significa que esses negócios, tecnologias e ideias oferecem benefícios maravilhosos sem exigir mudanças drásticas de comportamento por parte dos clientes e usuários. Em outras palavras: um jeito diferente de olhar o cotidiano que muda completamente a vida das pessoas. Isso é importante para medir, em análise, se a sua ideia seria facilmente adotada pelo seu público-alvo – tendo sempre em mente que a maioria das pessoas costuma apresentar uma resistência absurda a mudanças.
Nesse ponto, há várias fórmulas que podem te ajudar a expressar qual é o potencial competitivo da sua ideia de negócio. Michael Skok tem um esqueleto de value prop bem prático: “Para (público-alvo) que estão insatisfeitos com (a alternativa atual), nossa loja/produto/ideia oferece (a solução do problema mais grave), diferente de (outra alternativa)”. É legal pensar também que o consumidor não acessa uma só loja virtual ou compra um só produto. Por isso, sua value prop não precisa arrasar todas as outras, mas deve apenas competir saudavelmente com as outras ofertas da mesma natureza.
Em seu artigo, Sonia Simone apresenta outros métodos para pensar em seu diferencial competitivo. Um deles consiste em pensar em cruzamentos de coisas que já existem. O filme As Patricinhas de Beverly Hills, por exemplo, foi vendido como a história de Emma, da Jane Austen, adaptada para a Beverly Hills de 1995. Nesse sentido, se seu negócio for um cruzamento, fica muito fácil promovê-lo e você consegue atingir seu público-alvo mais facilmente (como “Yoga para Corretores de Imóveis”, por exemplo). Se você conseguir pensar em alguma metáfora legal para o seu negócio, fica ainda melhor!
Outra possibilidade de diferenciar seu negócio – e que talvez seja a mais importante delas (deixamos para o final não por acaso) – é fazer uso do fator mais exclusivo dele: você. Muitas pessoas começam um negócio aparentemente comum e fazem dele um sucesso através de sua própria personalidade, paixão e expressão individual. Pode parecer limitador à primeira vista, no sentido de que seu negócio não pode crescer mais do que você, mas com as parcerias certas é possível sim transformar sua imagem em um negócio de sucesso.
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