minestore » abrir uma loja virtual https://www.minestore.com.br/blog Simples, fácil e rápido. Monte agora sua loja virtual e comece a vender sem dor de cabeça! Mon, 06 Jun 2016 03:26:24 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.2.2 Como tomar coragem para começar seu próprio negócio (em 3 passos) https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/como-tomar-coragem-para-comecar-seu-proprio-negocio-em-3-passos/ https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/como-tomar-coragem-para-comecar-seu-proprio-negocio-em-3-passos/#comments Mon, 20 Apr 2015 16:34:49 +0000 http://blog.minestore.com.br/?p=12251 O que fazer quando a única coisa que te separa da independência financeira é o medo de dar um salto de confiança?

Você fala disso em todos os almoços de família aos domingos: aquela sua vontade de largar o emprego e começar um negócio só seu. Nesse negócio, você usaria suas 8h diárias de trabalho para fazer alguma coisa que te empolga de verdade. Nesse negócio, você teria um monte de dias chatos – daqueles em que a melhor estratégia de produtividade é ficar no facebook dando scroll na timeline esperando que as coisas se resolvam sozinhas –, mas aí faria o trabalho pensando que tudo isso, depois, vai trazer retorno para você e não para um chefe aleatório que vai aproveitar as férias dele em Cancun enquanto você dá duro na firma.

Agora, a pergunta que talvez ninguém faça no almoço de domingo, mas que com certeza está implícita sempre que alguém manifesta esse tipo de desejo: “mas e o que você tá esperando?

 

O que te impede de ter seu próprio negócio?

Bom, às vezes é a falta de uma boa ideia. Às vezes, é um monte de outras prioridades que ficam no topo da lista e não dão muito tempo para colocar uma boa ideia em prática. Mas às vezes, você tem a ideia e o timing. Aí bate aquele desespero e só o que falta é coragem. E se tudo der errado? Dar um salto de fé e ir (em movimento uniformemente variado) diretamente espatifar a cara no chão não parece um cenário legal, certo?

Ninguém cai de fuça no concreto em todas as tentativas. É bem possível que a maioria das pessoas que admiramos, hoje em dia, já tenha passado por momentos assim – sentindo esse mesmo medo e tirando a coragem necessária de algum lugar. Essa iniciativa para tentar (e continuar tentando) requer coragem e, ao mesmo tempo, é o que constrói a coragem no coraçãozinho de cada um de nós. Apesar de isso beirar um ciclo vicioso, é possível começar tentando e, aos poucos, adquirir cada vez mais coragem para dar passos maiores.

Muito dessa falta de coragem, inclusive, é fruto dos padrões de trabalho atuais – essa coisa de trabalhar bem e, mesmo assim, receber feedback negativo; ou ver que tem gente que mal trabalha e sequer recebe feedback. Então, é bem possível que a falta de coragem para dar um novo rumo à sua carreira seja fruto, justamente, dos padrões do seu trabalho atual. Ardiloso, né?

Nesse artigo do 99u, que cita um livro chamado The Confidence Gap, Meg Duffy explora três passos necessários para superar o medo de se arriscar na sua carreira.

 

1. Definir claramente seus valores e objetivos

É o que sempre dizemos, por aqui, quando falamos de lojas virtuais: “Cê quer vender online, é, fera? Mas quer vender o quepara quem??” Fica um pouco mais difícil alcançar um objetivo que você não sabe direito qual é. Taí Lewis Carroll que não nos deixa mentir, em seu Alice no País das Maravilhas, naquele diálogo: “– Você pode dizer que caminho eu devo seguir? – Bem, isso depende muito de onde você quer chegar”.

No processo de construção de autoconfiança, é essencial fazer listas de metas e roadmaps pessoais. É mais ou menos aquela história de pensar em “onde você se imagina daqui a cinco anos”, por mais clichê que isso possa soar. Às vezes, esse é um processo um pouco doloroso, porque nos faz pensar demais em onde estamos e a autocrítica pode ser um pouco cruel. No entanto, é assim mesmo que começa.

O próximo passo, depois de visualizar seus maiores sonhos, é quebrá-los (calma) em pequenas tarefas (ufa) que, combinadas, vão te ajudar a chegar lá. Seja escrever um email para alguém que você admira, fazer uma aula online, ver um tutorial no youtube ou procurar lojas virtuais que sirvam de referência para a sua, qualquer pequena tarefa já é válida. Sem contar que você pode estabelecer datas e manter um cronograma para o Programa Realizando Meus Sonhos (disciplina é isso aí, né?).

 

2. Arriscar-se (como um exercício)

Depois que você estabeleceu o caminho que vai seguir, é hora de dar um passo de cada vez. Sair da sua zona de conforto normalmente envolve arriscar-se um pouco – até porque você pode desconfiar, mas nunca sabe exatamente o que te espera do outro lado quando dá um grande salto. No entanto, correr riscos também pode se tornar um exercício constante, já que com a prática regular de pequenas “loucuras” que você não cometeria normalmente, fica mais fácil eliminar os obstáculos mais sérios e tornar-se, cada vez mais, uma pessoa corajosa.

É aquela velha história de encarar desafios não como impeditivos para que você continue seguindo em frente, mas como catalisadores – normalmente, são chances bem boas de aumentar as habilidades e ter chances reais de ser uma pessoa bem-sucedida quando tudo passar. Afinal de contas, qual a pior coisa que pode acontecer se você arriscar-se abrindo seu próprio negócio? (se você arriscar-se pulando de uma ponte sem paraquedas, a pior coisa que pode acontecer é algo realmente sério mas, por sorte, isso não é um requisito para empreender). Rejeição e um pouquinho de vergonha? Dinheiro perdido, tempo desperdiçado? Nenhuma dessas possibilidades é motivo para sair do jogo antes que ele comece.

Para correr riscos, você precisa criar oportunidades. Isso inclui, na maioria das vezes, dar tiros no escuro, mandando emails para pessoas que você admira e acha que nunca falariam com você (sim, vale escrever pro Tony Ramos) ou mandar currículos para o emprego dos seus sonhos, mesmo que você não ache que tem todas as qualificações. Em suma: ser um pouco cara de pau de vez em quando abre várias portas. E esse processo é naturalmente desconfortável – quando você analisa uma oportunidade e sua resposta é “não sei” ou “tenho medo”, inclusive, é um bom sinal de que é algo que pode ser feito como um exercício-de-tomar-coragem.

 

3. Conseguir ajuda e mentoria

Às vezes, o Programa Realizando Meu Sonho torna-se um pouco solitário. Mas isso não quer dizer que você precise ficar sozinho o processo inteiro. Primeiro porque as pessoas podem compartilhar sonhos – e, quanto mais gente você reúne em torno de uma causa, mais divertido fica o processo e mais rápido vocês todos chegam lá. Segundo, porque mesmo que você seja dessas pessoas que preferem trabalhar sozinhas, é muito mais fácil aprender com os erros de alguém do que ter que repetir todos eles, num desperdício enorme de tempo e esforço, para chegar a lugares parecidos.

É aí que entra o poder da mentoria. E, no mundo dos negócios, isso é tão comum que foi até institucionalizado, com os programas de aceleração badaladíssimos no mundo das start-ups. No caso da sua loja virtual, além dos vários cursos (a maioria gratuitos, alguns inclusive online) do Sebrae voltados para quem quer abrir o próprio negócio, é possível encontrar mentores dispostos a ajudar dentro do seu próprio nicho. Basta pensar em lojas parecidas com a que você quer ter e (na medida do possível) pedir dicas e ajudas para a concorrência. Se organizar direitinho, todo mundo vende e lucra junto, então não deveria haver motivo para ficar ~guardando segredos~.

Além disso, você pode procurar feiras e workshops da área para fazer aquele networking. Mesmo fora da área ou da natureza do seu negócio, há empreendedores em todos os lugares para quem você pode pedir dicas – inclusive aquele seu Joaquim da venda da esquina, que tem um negócio há mais de 18 anos e deve saber bem o que é preciso fazer no comércio. Ser empreendedor requer muita coragem, mas ninguém nasce corajoso. Você pode tornar-se – e com a ajuda de várias pessoas.

Fonte

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5 perguntas a se fazer antes de abrir uma loja virtual (e glitter para enviar às inimigas) https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/enviando-glitter-para-as-inimigas-e-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-abrir-uma-loja-virtual/ https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/enviando-glitter-para-as-inimigas-e-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-abrir-uma-loja-virtual/#comments Thu, 29 Jan 2015 16:29:12 +0000 http://blog.minestore.com.br/?p=10691 A história de Mat Carpenter nos inspira a pensar com cuidado no que é preciso saber antes de abrir um negócio online

Recentemente, um empreendedor australiano ganhou $20.000 vendendo online em apenas 4 dias – aí parou de receber pedidos e vendeu o negócio que tinha começado havia pouco tempo. Ainda que a loja tenha feito muito dinheiro, a história toda é interessante para levar outros empreendedores a se perguntarem algumas coisas antes de abrirem uma loja virtual.

O tal empreendedor australiano é Mat Carpenter, que começou um negócio meio de brincadeira. Você deve ter ouvido falar do Ship Your Enemies Glitter – por $9.99, eles enviariam um envelope anônimo cheio de glitter para o endereço das inimigas, na esperança de que o envelope rasgasse ao abrir e espalhasse brilho por toda parte (ê, bagunça bonita).

waaaarghhhh

 

reação das inimigas quando abrissem o envelope de glitter

No entanto, aparentemente, o tiro saiu pela culatra (essa expressão ainda é usada?). Como o negócio todo foi uma ideia genial, o site viralizou e choveu pedido na lojinha virtual. Imagine, agora, você tendo que enfiar quilos de glitter dentro de envelopes para poder mandar todos os pedidos. Não deve ter sido muito divertido (chora inimigas! não, pera).

No lugar de receber pedidos, o site passou a exibir a mensagem “Oi, pessoal, eu sou o fundador desse site. Por favor, parem de comprar esse troço terrível de glitter – não aguento mais lidar com isso. Abraço, Mat.” Aí, ele vendeu o negócio no Flippa por $85.000 (nada mal!), virando notícia no mundo todo (com 22 anos de idade).

Aí você, que está abrindo sua loja virtual, pode pensar “oooow eu não ia me incomodar com um negócio se tornando um viral e me rendendo milhares de dólares!!!”. Mas há uma série de questões, inspiradas por essa história, que você precisa fazer a você mesmo – naquele esquema de responder lá do fundo do coração – e que podem ajudar a colocar as coisas no rumo certo quando você abrir sua lojinha virtual (mesmo que ela não viralize como a ideia do glitter).

1 Quanto eu espero vender?

Ter um plano de negócios antes de lançar sua loja virtual é bem importante. Se você não sabe quanto espera vender, não terá ideia de quanto pode investir. Com uma ideia mais realista do tamanho que você quer para o seu negócio (principalmente no começo), você evita gastar muito mais (ou muito menos) para colocá-lo no ar.

2 Como farei esse site?

Na maior parte dos casos, você vai precisar de alguém para desenvolver toda a parte virtual da sua loja – se você tiver habilidades de programação, tanto melhor! É importante ter em mente o que você quer da sua loja: uma página e um produto só, como no caso da Ship Your Enemies Glitter; uma loja com oitocentas categorias e mil e duzentos produtos, como a Americanas; ou, ainda, um meio-termo entre tudo isso – e para o qual uma plataforma de e-commerce é a solução mais prática e barata para começar.

3 Como vou cadastrar e enviar os produtos?

Se você tem dez, doze produtos, ok: dá mais tempo para escrever uma boa descrição, fotografar e cadastrar tudo. Mas e se forem oitenta? O tempo que você precisa para colocar a loja virtual no ar depende muito disso e a quantidade de produtos é um fator que precisa ser considerado. Mas, ó, dá pra começar devagar e não é preciso ter mil produtos no catálogo já de início. Outro ponto a se pensar é como será o envio desses produtos: você tem embalagens prontas? Sabe como será a rotina de correios? (há várias opções de contratos com correio e transportadoras que vale pesquisar).

4 Como vou formalizar o negócio todo?

É interessante pensar no seu modelo de negócios e em onde você quer chegar com sua loja virtual para ver se há trâmites legais e algum tipo de formalização que você precise fazer. Pagar os impostos em dia e, no caso brasileiro, ter um CNPJ ajudam não só com notas fiscais e contratos, mas também para conseguir investimentos e crédito especial caso você queira ampliar seus negócios.

5 Como conseguirei clientes? Como vou mantê-los?

É preciso pensar em quais canais você vai utilizar para divulgar sua loja virtual – a internet está cheia deles, por isso é necessário pensar bem e focar em alguns dos meios de divulgação, para ter melhores efeitos sem gastar tempo e dinheiro desnecessários. É importante, também, pensar em como será o seu serviço de atendimento ao cliente. Esse é um dos pontos que mais diferencia uma loja virtual da outra. Lembre-se: seu cliente pode abrir qualquer outro site e comprar um produto muito parecido/igual ao seu. Ele vai comprar de você porque a experiência com você é melhor.

Adaptamos daqui.

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Três fórmulas para escrever descrições de produto que vendem mais https://www.minestore.com.br/blog/como-vender-mais-online/tres-formulas-para-escrever-descricoes-de-produto-que-vendem-mais/ https://www.minestore.com.br/blog/como-vender-mais-online/tres-formulas-para-escrever-descricoes-de-produto-que-vendem-mais/#comments Tue, 13 Jan 2015 13:34:35 +0000 http://blog.minestore.com.br/?p=10431 É possível descrever e anunciar seu produto ao mesmo tempo: dê uma olhada nessas três fórmulas clássicas da redação publicitária

Na hora de cadastrar um produto na loja virtual, sempre vem aquela insegurança: será que não estou deixando nada importante de fora? Como atrair os visitantes para lerem isso ao invés de olharem só as fotos do produto? Como eu posso transformar mais visitas em vendas a partir dessa descrição?

Fato é que não existe muita mágica ou uma máquina dessas modernas que transforma especificações em descrições empolgantes, claras e efetivas, que fazem seu cliente clicar em comprar como se não houvesse amanhã. A boa notícia é que, com a ajuda de algumas fórmulas e daquele feeling (você tem ele aí dentro do seu coração o tempo todo, só precisa procurar direitinho), você pode transformar a página do seu produto em uma máquina de vendas. Nesse post, você vai ler mais sobre três delas: AIDA, FAB e PAS.

 

Uma fórmula clássica (e por que ela não funciona o tempo todo)

Entre os vários estudos e métodos de redação publicitária, uma fórmula se destaca por ser a mais clássica no mundo dos mad men. A fórmula AIDA foi desenvolvida pelo publicitário americano Elmo Lewis lá por 1900, e a sua premissa básica é que qualquer anúncio deve seguir esses passos:

1. atrair a atenção do público-alvo;
2. criar interesse e desejo;
3. encorajar as pessoas a realizarem uma ação.

De tão simples e direta, essa fórmula já foi desdobrada em mil siglas que, basicamente, têm o mesmo objetivo: fazer com que alguém se dê conta da necessidade que tem de comprar seu produto (e o faça). E, bem aplicada, essa fórmula realmente funciona (oras, nada vira um clássico por acaso).

No entanto, um dos problemas de se aplicar a AIDA em lojas virtuais é que a web é um pouco diferente das outras mídias: enquanto em uma revista você precisava fazer todos esses passos meio que ao mesmo tempo, em uma loja virtual, se o seu cliente está lendo a descrição na página do produto você já cumpriu o passo 1 e prendeu a atenção dele. A fórmula fica um pouco mais dividida, porque quando você vai escrever a descrição do seu produto deve focar na criação do interesse e do desejo de seus clientes – a parte de chamar a atenção fica para outros lugares da sua loja virtual, da busca e das redes sociais. Pode ser um problema, inclusive, querer muito chamar a atenção quando você já tem a atenção de alguém (o que é também conhecido como ficar atazanando demais as pessoas).

 

Uma fórmula que convence fácil

Uma coisa importante sobre páginas de internet é que poucas pessoas leem páginas da internet. O que ocorre com mais frequência é aquela passada de olho, já que são tantas informações juntas que nossa mente se habituou a olhar para esse monte de coisa filtrando só o que é importante para a gente.

Saber disso é importante para a sua loja virtual porque não há muita coisa que você possa fazer a respeito, senão filtrar e facilitar o trabalho dos seus visitantes ao usar uma value proposition bem clara. Desse modo, se a primeira coisa que eles virem na sua página for algo que os interessa, você ganha um olhar mais atento (e, aí, precisa continuar conquistando seu cliente – essa que, talvez, seja a parte mais complicada). Nesse ponto, headlines, listas com itens destacados e imagens são grandes aliadas.

Outra fórmula bem conhecida e que tem muita garantia, principalmente em páginas de produto, é a chamada FAB – do inglês, Features – Advantages – Benefits, que em português fica Características – Vantagens – Benefícios.

O ponto mais importante dessa fórmula é que ela está o tempo todo tentando lembrar que o foco tem que estar o tempo todo no cliente. E, aí, cabe lembrar que o cliente só está interessado em saber o que você tem a oferecer para ele. Como você vai mudar a vida deles positivamente, ajudar com algum problema ou somar experiências?

Um exemplo bom para perceber a diferença entre as três partes dessa fórmula é da Henneke Duistermaat:

Imagine que você está vendendo um forno. Uma das características especiais dele é um sistema de preaquecimento bem rápido. A vantagem desse sistema é que o forno esquenta até 200º em apenas cinco minutos. O benefício é que você não vai precisar ficar esperando o forno esquentar quando for cozinhar algo. Isso torna o ato de cozinhar menos estressante e você tem bem mais chances de agilizar seu jantar mesmo naqueles dias mais ocupados.

Para criar interesse e fazer com que seu cliente deseje muito o produto que você vende, é preciso focar muito nos benefícios que você oferece. Outro exemplo legal da mesma autora analisa as descrições de produtos da Zappos.com, que sempre unem as características com os benefícios, como nessa descrição de um par de calçados:

“- Cinta e fivela ajustáveis [característica] que ajudam a calçar melhor e ter mais conforto [benefício].
– Solado 100% em borracha [característica] que absorvem o impacto [vantagem] e torna a caminhada mais confortável [benefício].”

 

Uma fórmula que pega no seu calo

Uma das técnicas mais utilizadas em textos publicitários é a chamada PAS, do inglês Problem – Agitate – Solution, que propõe começar destacando sentimentos negativos e problemas comuns, para chamar a atenção e conquistar a empatia do cliente e, então, apresentar o seu produto como uma solução para esse problema. Dan Kennedy ressalta os pontos positivos dessa fórmula dizendo que

“Quando você entende que as pessoas são mais suscetíveis a agir para evitar a dor do que para ter alguma vantagem, entenderá o poder dessa fórmula. (…) Pode ser a fórmula de vendas mais confiável já inventada.”

Problemas podem atrair mais atenção do que benefícios (vide todos os telejornais e noticiários sensacionalistas do mundo). Então, essa fórmula funciona com a apresentação de um problema, seguido pela agitação, ao descrever todas as emoções que esse problema desperta, e pela oferta de uma solução fácil e prática: o seu produto.

 

Um lembrete de que nenhuma fórmula é mágica

Não temos como encerrar esse post com outra ~mensagem de sabedoria~ senão a de que nenhuma dessas fórmulas, por si só, garante que seu texto vai converter todo e qualquer visitante a comprador fiel. É importante que o seu texto seja dirigido às pessoas que você considera seu público-alvo – se tiver alguma dúvida quanto a isso, leia nosso post sobre buyer personas. Quando você lê a mente do seu comprador, vai saber exatamente em que pontos ele tem mais dificuldade, onde e quando você pode oferecer seu produto e como vai prometer acabar com dores e problemas cotidianos.

Fonte

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3 coisas que você pode testar antes de abrir sua loja virtual https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/3-coisas-que-voce-pode-testar-antes-de-abrir-sua-loja-virtual/ https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/3-coisas-que-voce-pode-testar-antes-de-abrir-sua-loja-virtual/#comments Wed, 03 Dec 2014 14:46:39 +0000 http://blog.minestore.com.br/?p=10261 Abrir uma loja virtual é rápido – mas não precisa ser uma empreitada sem planejamento. Veja aqui o que dá pra testar antes

A gente vive dizendo aqui que abrir uma loja virtual é a coisa mais rápida do mundo, que você consegue fazer tudo em menos de uma semana etc. etc. E é verdade: para começar seu próprio negócio, o recurso de que você mais precisa é a coragem. Aquele pontapé inicial que te faz sair da inércia, sabe? No entanto, nem todas as pessoas são locas assim, super impetuosas e sem medo de começar novos empreendimentos. Muita gente precisa testar, experimentar e ter certeza do que está fazendo antes de dar aqueles pequenos grandes passos para o homem e a humanidade. E isso também está 147% correto: o importante é descobrir como funciona para você, aí. E hoje, vamos falar mais diretamente com quem curte testar todas as opções antes de bater o martelo, mostrando 3 coisas que é possível (e recomendável) testar antes de abrir uma loja virtual.

1 Plataforma

Cada empreendedor, cada marca, cada negócio tem suas particularidades e é um fato que nem todas as plataformas de ecommerce serão ideais para todos os casos (apesar de a minestore ser a mais legal delas :D). Por isso, é importante testar as possibilidades que mais têm a ver com o seu negócio para ver onde você se adapta melhor. E, aí, incluímos não só os preços, mas também a interface da plataforma, o suporte oferecido, as features… Apesar de muitas plataformas cobrarem mensalidade, costuma haver um período de teste em quase todas. Como na minestore não há mensalidade nenhuma, você pode abrir uma loja e testar a plataforma a qualquer momento – sem grilos nem boleto de cobrança.

2 Layout e temas

O layout da sua loja virtual funciona como uma vitrine e todo mundo sabe disso. Você mesmo: quantas vezes já desistiu de comprar alguma coisa pela internet – por melhor que tenha sido o preço – achando que o visu da loja era pouco profissional? E quantas vezes quis morar dentro de uma loja virtual, porque era a coisa mais bonita que já tinha visto na world wide web? Testar o layout, pensando em tudo que a sua marca representa e como você vai traduzir isso em conceitos visuais, é imprescindível para vender bastante online. Para isso, também vale testar as possibilidades da plataforma, pedir opiniões ou a ajuda de alguém que manje de programação e código html. Se você está sem inspiração, a maioria das plataformas tem temas padrão que podem ser personalizados (na minestore, são 12).

3 Aceitação dos produtos

Esse é um ponto que você testa tanto dentro da plataforma quanto fora dela. E, aqui, você consegue evitar um problema meio clássico: sabe quando você faz aquela capa de patchwork para a máquina de lavar (oi?), estampa de bichinho, acabamento primoroso, posta uma foto no face e todo mundo curte, mas ninguém compra? Por mais que a aceitação dos amigos seja um ponto importantíssimo quando você vai abrir sua loja virtual (afinal, muitos deles te ajudarão a divulgar esses produtos), é importante que você comunique-se não só com eles, mas mais especificamente com o seu público-alvo. E, aí, vale procurar fóruns, grupos específicos do Facebook etc., e ver o que as pessoas dizem.  O feedback delas é importante para validar e aprimorar seus produtos, junto com o seu catálogo, e vender o que as pessoas querem comprar.

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Microempreendedor Individual ou Simples? Como formalizar sua loja virtual https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/microempreendedor-individual-ou-simples-como-formalizar-sua-loja-virtual/ https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/microempreendedor-individual-ou-simples-como-formalizar-sua-loja-virtual/#comments Fri, 26 Sep 2014 19:01:02 +0000 http://blog.minestore.com.br/?p=9551 Cuidar dos trâmites legais e de tributação da sua loja virtual garante que seu negócio – e você – crescem sem riscos

Abrir uma loja virtual é muito simples: no entanto, muitas pessoas ficam com dúvidas na hora de formalizar uma empresa, pagar impostos ou emitir nota fiscal. Ter sua loja virtual lucrando muito sem recolher os impostos pode te dar dor de cabeça depois – e o processo de formalização não é tão complicado quanto parece. Para te ajudar nisso, demos uma olhada no Manual de Perguntas e Respostas do Sebrae que fala de Tributação e Práticas para E-commerce e resumimos os pontos principais para você. Para obter mais informações, também vale dar uma olhada nos links do MEI e do Simples Nacional.

Para a tributação, sua loja virtual pode ser enquadrada tanto na modalidade de comércio varejista ou atacadista de bens (venda de produtos) quanto na de prestação de serviços (incluindo aí o marketplace, que é a intermediação entre os clientes e os prestadores de serviços).

Dentro do comércio varejista, há a possibilidade de ser um Microempreendedor Individual (MEI) ou optar pelo Simples Nacional, o que depende do faturamento anual. Enquadra-se no MEI o empreendedor que fatura até R$60.000,00 por ano e não tem participação em outra empresa como sócio ou titular. Para optar pelo Simples Nacional, é preciso estar dentro da definição de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte (não podendo ter um faturamento bruto anual superior a R$3.600.000,00) e formalizar essa opção.

Portanto, é bem provável que você comece como MEI e, depois de aumentar o faturamento absurdamente e começar a ganhar, tipo, quarenta mil reais por mês (é o que queremos), o negócio vire uma microempresa. O Microempreendedor Individual recolhe valores fixos mensais, ou seja: você paga um boleto com um valor que varia de R$37 a R$42, todo mês, e garante a contribuição do INSS, ICMS e ISS. Isso é bom porque você consegue ter um número de CNPJ e uma Inscrição Estadual pagando todos os impostos de maneira realmente simplificada. Quando o seu faturamento anual aumenta a ponto de não ser mais considerado MEI, você deve solicitar o desenquadramento e poderá optar pelo Simples Nacional.

Quanto à emissão de nota fiscal no e-commerce, o que consta no manual do Sebrae é que “o MEI estará dispensado de emitir nota fiscal para consumidor pessoa física, porém estará obrigado à emissão quando o destinatário da mercadoria ou serviço for cadastrado no CNPJ, salvo quando esse destinatário emitir nota fiscal de entrada (artigo 97 da Resolução CGSN no 94/2011)”. Além disso, a indicação é de que “independente da dispensa de emissão de nota fiscal, o MEI deve sempre adquirir mercadorias ou serviços com documento fiscal“.

SÓ QUE: o mesmo manual diz que “todas as mercadorias enviadas por meio do correio e/ou transportadora para fora do estado devem ser acompanhadas obrigatoriamente da Nota Fiscal, seja a venda para Pessoas Físicas ou Jurídicas. As mercadorias enviadas sem a Nota Fiscal poderão ser apreendidas pela fiscalização tributária federal e/ou estadual.” Portanto, é preciso providenciar a nota fiscal para não correr o risco de ter produtos apreendidos (e clientes insatisfeitos e algum prejuízo).

Outras coisas de que o MEI fica dispensado são a escrituração dos livros fiscais e contábeis, a Declaração Eletrônica de Serviços e a emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). No entanto, a maioria dos estados permite emitir a nota fiscal eletrônica avulsa se essa for sua opção. Em caso de dropshipping, quando você coloca os produtos à venda na sua loja virtual sem mantê-los em seu estoque, a tributação é a mesma de um estabelecimento físico que importa e revende mercadorias. E, nesse caso, são bem conhecidos a alta carga tributária e o processo que é lidar com o embaraço aduaneiro dos produtos.

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Contagem regressiva: 10 coisas a fazer antes de lançar sua loja virtual https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/contagem-regressiva-10-coisas-a-fazer-antes-de-lancar-sua-loja-virtual/ https://www.minestore.com.br/blog/quero-vender-online/contagem-regressiva-10-coisas-a-fazer-antes-de-lancar-sua-loja-virtual/#comments Tue, 24 Jun 2014 21:26:23 +0000 http://minestore-blog.herokuapp.com/?p=7031 Dez! Nove! Oito!… tudo o que você precisa saber para decolar com sucesso

Você pode estar mais pra um David Bowie, com seu Major Tom, ou pra um Jorge Ben com os deuses que eram astronautas: quando você abre sua loja virtual, sempre rola aquela contagem regressiva para deixar tudo pronto e certinho para lançar.

Na fase pré-lançamento, você provavelmente já resolveu um monte de coisas: já pensou no que vender e como conseguir os produtos; já fez uma pesquisa pra ver se há demanda, já encontrou a plataforma perfeita e já montou sua loja (e essa foi, provavelmente, a parte mais fácil).

Bom, agora começa a parte divertida. E muito, muito necessária, porque lançar sua loja sem ter dado atenção a esses pontos pode dificultar muito as coisas e até te fazer desistir de tudo. E não é isso que queremos. Por isso, adaptamos essa lista do Richard Lazazzera para que você monte o checklist da sua loja.

10. Prepare as redes sociais
Para muitos negócios, as mídias sociais são o principal canal de comunicação e acabam trazendo a maior parte dos clientes, que ficam sabendo da sua loja por lá. O que você deve fazer para garantir que vai bombar nas redes sociais – e, portanto, ter muitos acessos à sua loja:

– Reserve seu nome: o ideal é que sua loja use o mesmo nome em todas as redes sociais, porque isso ajuda a localizá-la mais facilmente (e evita que outras marcas usem o seu nome). Você pode conferir em sites como o NameChk se o username da sua loja está disponível nas redes sociais que você quer usar.
– Escolha bem quais redes você vai usar: Facebook e Twitter são redes-chave, e é bem provável que você vá estar nelas. Mas, entre as outras redes sociais, algumas funcionam melhor que outras para negócios específicos. Instagram e Pinterest, por exemplo, são bem visuais e funcionam muito bem para lojas com um conceito e que envolvem um lifestyle específico. Se você for fazer conteúdo em vídeo, não pode deixar o Youtube e o Vimeo de lado. Mas você pode escolher apenas as que forem essenciais e dedicar-se bastante a elas – por favor, não deixe seu perfil abandonado e sem atualizações!
– Coloque suas fotos de perfil e de capa: nesse link (em inglês) tem um guia completo com o tamanho das imagens para cada rede social. Compensa muito dar uma atenção especial para a marca e as imagens relacionadas à sua loja, porque o profissionalismo está nesses pequenos detalhes.
– Comece a socializar: os primeiros cem fãs são a parte mais complicada desse passo, mas se você dedicar algum tempo diariamente, com conteúdo interessante e bem relacionado à sua loja, as coisas vão acabar bem. É um trabalho de formiguinha, e depende muito de você conhecer seu público-alvo e seus interesses. Mas funciona!

9. Deixe o email marketing engatilhado
Por mais que a sua presença nas redes sociais seja importante (quase obrigatória) e bem rentável, não há dúvidas de que o email marketing é um dos melhores canais de comunicação para lojas virtuais, e é o que mais dá retorno (com um investimento relativamente baixo). Você deve escolher seu provedor (há serviços muito bons que deixam seu trabalho bem fácil). O MailChimp é o mais indicado; mas além dele, há outros como o Campaign Monitor. Daí, você deve preparar seus templates de email (de novo, aqui vale dar aquele amor para o design gráfico) e fazer emails bonitos e com conteúdo interessante. O legal dos serviços de email marketing é que eles te permitem analisar quantas pessoas abriram o email, quantas clicaram nos links etc. etc. A análise de dados é uma coisa muito poderosa.

8. Lance uma landing page
Até a sua loja ficar pronta, pode ser interessante deixar teasers e marcar presença na web com anúncios, mostrando qual é a da sua marca e o que você vai melhorar na vida de todo mundo. Isso vai começar a construir sua audiência e vai deixar todo mundo bem ansioso (e guardando um dinheirinho para quando a loja lançar). Deixe um campo para assinar sua newsletter e ficar por dentro e veja se você não vai pegar as pessoas pela curiosidade.

7. Instale o Google Analytics
Como falávamos antes, a análise de dados é poderosíssima. Numa loja física, você vê os clientes e pode até conversar com eles. Mas, numa loja virtual, você não consegue saber quantas pessoas estão na sua lojinha a menos que alguém esteja monitorando isso para você. E o Google Analytics é um dos principais meios para ter acesso a todos os dados da sua loja. Instale-o desde o começo e analise os números, semana a semana. Basicamente, você deve criar uma conta no Analytics, conectá-lo à sua loja e ativar tudo, para ter acesso aos dados do movimento da sua loja.

6. Pesquise suas palavras-chave
A pesquisa de palavras-chave é parte essencial da SEO. Escolhendo as palavras-chave certas, você ajuda os mecanismos de busca a entenderem melhor quem você é – e, consequentemente, a indicarem você para quem procura o que sua loja está vendendo.

5. Acerte os detalhes finais da sua loja
Depois que você cuidou das partes mais essenciais, dê um trato na sua loja virtual e confira se está tudo ok. Dependendo da plataforma, isso é muito mais fácil – você só precisa conferir o tema, as fotos dos seus produtos e todos os dados deles. Vale pedir ajuda para alguém que manja de programação (algumas plataformas têm editores de temas que são moleza) e garantir que o tema da sua loja está bonito e funcional.

4. Decida quais serão seus KPIs
KPI é do inglês Key Performance Indicators (indicadores-chave de performance). É uma sigla pra falar de métricas e de como você vai avaliar se o seu negócio está indo bem ou não. Nesse ponto, é legal pensar no seu plano de negócios e em onde você quer estar com esse negócio daqui a alguns anos. O que vai ser mais importante para avaliar o sucesso da sua loja? Alguns dados que podem ajudar a analisar o seu negócio são a taxa de vendas por mês, o ticket médio, a taxa de conversão e de abandono de carrinho. O número de fãs nas redes sociais ou a quantidade de assinantes da sua newsletter também pode ser um desses indicadores de performance.

3. Estabeleça sua estratégia de envio
A estratégia de envio é uma parte importantíssima da sua loja. Alguns dos fatores que você deve considerar quando for calcular como enviar os produtos de maneira rentável são as opções e materiais das embalagens, qual será o tempo e os custos de envio (principalmente se forem enviados por correio), como será a logística e a frequência de envio desses produtos etc.

2. Finalize seu plano e suas estratégias de lançamento
Você pode (e deve) aproveitar o lançamento para fazer promoções e chamar atenção para a sua loja. Como você já deve estar construindo uma audiência pelas redes sociais e pelo email marketing, vai ser mais fácil – e esse é um bom momento para mostrar que eles são especiais e fazer promoções exclusivas para cada canal.

1. Decolar!!
Agora que você completou esse checklist e fez toda a contagem regressiva, é hora de lançar sua loja virtual e contar a todo mundo sobre ela. Seus fãs já estão te acompanhando há um tempo, e devem estar bem ansiosos para começar a comprar seus produtos.
Essa hora é bem legal e emocionante, mas você não pode esquecer de que um negócio novo é um processo. Pode ser que você não acerte tudo de primeira ou que nem tudo corra como o esperado. É necessário ficar bem firme e fiel aos princípios que você estabeleceu para a sua loja, e trabalhar bastante (e, claro, nós estamos aqui para te ajudar).

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mine entrevista: Alex e Bárbara, da Pyramid https://www.minestore.com.br/blog/empreender/mine-entrevista-alex-e-barbara-da-pyramid/ https://www.minestore.com.br/blog/empreender/mine-entrevista-alex-e-barbara-da-pyramid/#comments Thu, 10 Apr 2014 14:58:00 +0000 http://minestore-blog.herokuapp.com/?p=401 Quer saber como é ter uma loja virtual? Eles contam!

A Pyramid foi uma das primeiras lojas da minestore. Falamos bastante da marca carioca no dia do lançamento da loja, e você poderia dizer “oook, no dia do lançamento todo mundo é mais feliz do que o normal”. Só que muita coisa boa aconteceu de lá para cá, e fizemos algumas perguntas para o Alex e a Bárbara sobre a marca, o processo de produção das roupas e o que mudou com um e-commerce. Refestele-se em sua cadeira, pegue algo para beber, fique bem confortável e acompanhe o talk show da minestore :)

Quais foram os passos mais difíceis para começar a marca? Como foi, pra vocês, esse negócio de ir além do planejamento até a ação?

Bom, pelo menos até hoje os passos mais difíceis foram os fornecedores – demoramos praticamente 1 ano para estabelecer isso, e ainda estamos em processo de ajuste – e também, obviamente, a questão financeira. Hoje só conseguimos financiar em torno de 30 a 40% das nossas criações.

Descreva aí um dia de trabalho normal. Como é esse processo de confecção das roupas e coleções?

O processo de trabalho da marca é basicamente: conceituação, criação, viabilização, desenvolvimento, trabalho de imagem (produção de moda fotográfica), divulgação e venda. Isso tudo acontece dentro de uns 5 meses, o nosso dia a dia vai depender muito da parte do processo em que estamos.

O mais complicado dentre esses é o desenvolvimento. É o mais longo e mais cansativo, já que precisamos passar nossas criações para as fábricas pelo Brasil e normalmente não é uma comunicação muito fácil de se fazer. Então provavelmente no nosso dia nós estaremos em algum dos processos e ao mesmo tempo tocando os desenvolvimentos de produto.

E sobre o e-commerce: você já tinha testado alguma outra plataforma? Você vê vantagens numa loja virtual sobre uma loja física, por exemplo?

Sim, no primeiro momento buscamos alguma empresa para desenvolver nosso site, mas nos deparamos com alguns valores totalmente fora da nossa realidade.

Por conta disso eu resolvi eu mesmo aprender a mexer no magento e desenvolver nosso e-commerce a partir dali. Resumindo a história, cheguei num resultado muito longe do que eu gostaria, numa plataforma extremamente pesada e robusta, e sem a garantia de ser um ambiente seguro.

A loja virtual tem inúmeras vantagens. Na minha opinião as mais importantes são: o baixo custo de manutenção, o alcance e a facilidade de divulgação. O e-commerce aliado a outras ferramentas tem um potencial pra bater facilmente a visibilidade que uma loja física teria. O esforço de marketing é muito mais rentável e tangível – pelo menos no nosso caso.

Agora que a loja virtual foi lançada, o que mudou? A parte de dar conta dos pedidos, relacionamento com o cliente, cadastro de produtos, como está sendo?

Mudou completamente nossa dinâmica de vendas. Nos três primeiros dias de e-commerce vendemos mais do que o mês anterior inteiro. Na primeira semana (que ocorreu do meio pro final de março) batemos o total de vendas do ano inteiro de 2014 até aquela data. Como somos somente dois, a parte de dar conta dos pedidos, atendimento e cadastro é ainda bem cansativa.

Por outro lado, nunca imaginamos ter um ponto de vendas que alcançasse esse volume em tão pouco tempo, então é um esforço que tem um resultado quase que instantâneo e essa é a melhor motivação que poderíamos ter. Sabe aquela sensação de estar cansado mas com a missão cumprida? É basicamente assim que nos sentimos com o nosso e-commerce hoje, com a diferença que agora nós temos uma perspectiva real e tangível de crescimento.

E daqui, pra onde? Algum plano?

Nossos planos agora são dar continuidade ao trabalho e crescer, no caso com a próxima coleção de inverno que vamos lançar em maio, sempre aumentando o nível das criações ao máximo que a gente conseguir e também, por conta do e-commerce, estamos conseguindo aumentar nosso volume de produção. Isso possibilita para a gente produzir vários produtos que ainda não tínhamos como pela limitação da quantidade. Outro ponto é melhorar o nosso atendimento sempre. Nós temos essa filosofia de querer atender da melhor maneira possível, mas também sabemos das nossas limitações, já que somos somente dois para uma carga de trabalho grande.

Quais são suas recomendações para outros empreendedores que estão abrindo lojas virtuais agora (ou pensando em fazer isso)?

Bem, a loja virtual é uma grande facilitadora de vendas, com ela você consegue envolver e passar sua mensagem para o cliente, apesar disso a loja não se vende sozinha. A principal recomendação é – obviamente – ter um produto de qualidade, ter imagens de produto bem produzidas, ser muito claro e honesto nas descrições e cumprir aquilo que você promete na sua loja. Seguindo esses passos e claro, sabendo administrar as oscilações de cada tipo de mercado, o sucesso das vendas pela internet está sendo tão grande que dificilmente uma loja virtual vai te gerar problemas e custos mais do que clientes e vendas.

Aê, valeu! :) Aqui na minestore, lojista que passa dos três pedidos tem direito a pedir música. Como a Pyramid foi muito além dos três pedidos, você pode pedir também seu gif preferido (a honra máxima do nosso e-commerce). Manda lá:

Bom, a música pode ser a Black Sabbath – Hand of Doom

e o gif:

image

Gostou? Confere a loja deles que tá demais! :)

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